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Mês do Rock: IN-TRANSE



CityPenha: Tem algum significado específico o nome da banda? Qual?
Neto Bach: Quando se ouve o nome In-Transe já imaginasse algo doido, loucura geral, alucinação e afins. Até mesmo com alusões ao uso de drogas e alucinógenos. Mas a banda não representa esta loucura generalizada. O nome reflete o estado de espírito dos integrantes quando se reúnem para tocar. IN-TRANSE é uma viagem que nos envolve a cada acorde. Uma viagem boa que a música proporciona tanto para quem toca, quanto para quem ouve.

CityPenha:
Apresente para nós os integrantes.
Neto Bach: A banda é formada por mim (Neto Bach) - vocal e guitarra; Rafael Cazetta - guitarra solo e backing vocal; Lucas Fumeiro – baixo; e Bruno Caldeira – Bateria.

CityPenha:
Há quanto tempo existe o grupo?
Neto Bach: A banda existe desde 2008. Com esta formação desde 2012.

CityPenha:
Como se deu o contato entre vocês, para que a banda fosse formada?
Neto Bach: Todos os integrantes já participavam do cenário underground por outras bandas. Eventualmente nos encontrávamos nos mesmos palcos. Como banda de rock tem vida útil e é difícil encontrar integrantes que pensem da mesma forma, entre idas e vindas, acabamos nos reunindo. Mas a banda que temos hoje nasceu após eu receber um convite para ser vocalista da extinta banda Super Spy. Em pouco tempo desenvolvi uma parceria e uma amizade com o Rafael Cazetta. Desde então, alguns integrantes partiram e outros chegaram, mas minha parceria com ele acredito ser eterna. O Lucas e o Bruno são grandes caras que vieram para acrescentar.

CityPenha:
Qual é o subgênero do rock em que vocês se encaixam?
Neto Bach: Podemos nos taxar como uma banda de pop rock. Mas temos muita influência do punk rock, hardcore, grunge, até clássicos como Elvis Presley e Eric Clapton.

CityPenha:
Costumam se apresentar em que lugares?
Neto Bach: Tocamos em pubs e bares de rock. Normalmente casas pequenas, onde o público fica bem próximo da banda. Gostamos desta cumplicidade com o público. Rock é isso. Contato. No momento estamos em recesso para modificar o repertório e trabalhar as músicas próprias. Mas não negamos nenhum convite para fazer barulho. Basta juntar meia dúzia de roqueiros e uns violões que puxamos um som.

CityPenha:
O que procuram levar ao público que acompanha o trabalho vocês?
Neto Bach: Buscamos levar ao público um pouco de nossos sentimentos e ideologias. Nossas músicas se embaralham entre o romance e o protesto. Apenas queremos que os fãs abram os olhos para o que acontece no mundo, ao mesmo tempo em que damos brecha para que fantasiem uma história de amor.

CityPenha:
Quais são as pretensões da banda – gravar CD, clip, viajar? Quais os planos?
Neto Bach: Estamos com um single chamado "À Susy com carinho", que fala sobre o desespero de uma adolescente que, de tanto sofrimento, precisa de ajuda até para gritar. É uma música que fala de dor e esperança, mas que tem uma pegada pra cima para dar o contraste com a letra. Pretendemos fazer um vídeo clipe no segundo semestre e trabalhar novas músicas. A intenção é lançar uma demo com umas 10 faixas no próximo ano.

CityPenha:
O que o rock significa para a banda In-Transe?
Neto Bach: Para a banda IN-TRANSE o rock significa o que temos de melhor. Nossos sentimentos estão todos empregados em nossas músicas

CityPenha:
Já têm algum trabalho gravado – CD, clip, DVD, músicas no YouTube?
Neto Bach: As músicas da banda podem ser ouvidas no site oficial -
www.intranse.com.br
Alguns vídeos ao vivo estão disponíveis na página oficial no YouTube.


   
Conheçam mais o trabalha da banda IN-TRANSE:
Facebook:
https://www.facebook.com/bandaintranse
You Tube: http://www.youtube.com/watch?v=g_Il7Um_h50


 

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