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As Zonas Erógenas Femininas



Cada zona dos genitais tem níveis distintos de sensibilidade. As carícias ou toques da língua no púbis, na virilha e no períneo podem provocar uma sensação muito especial pela proximidade das zonas mais erógenas.
Os grandes e pequenos lábios, devido à sua grande quantidade de vasos sanguíneos e terminações nervosas, transformam-se em um dos principais pontos sensíveis durante o cunnilingus. Lamber, chupar e beijar os lábios aumenta de forma progressiva a excitação e abre caminho para o objetivo principal rumo ao orgasmo: o clitóris (do grego, “chave”). Trata-se do ponto mais sensível do prazer feminino, o epicentro do orgasmo e praticamente a única forma de alcançá-lo. Quando se estimula o clitóris tocando-o, lambendo-o ou chupando-o, ele responde rapidamente ao estímulo e evidencia isso mudando de tamanho e de cor.
Outra zona erógena muito discutida e o ponto G. Trata-se de uma área pequena, que ao tato se assemelha a um botão com um ligeiro relevo. Esse ponto se encontra na face anterior da vagina, a meio caminho entre o osso do púbis e o colo uterino, a cerca de 3 cm do exterior da vagina. Já em 1960, o ginecologista alemão Ernest Gräfenberg descreveu essa zona, capaz de produzir em seus tecidos uma ereção muito similar à da glande (cabeça do pênis) masculina. Para encontrá-lo é imprescindível estar previamente excitada. Uma vez localizado, ele é estimulado com o dedo regulando os movimentos de forma delicada. Nem sempre é simples localizá-lo, e no caso de encontrá-lo nem sempre satisfaz igualmente a todas as mulheres. Por outro lado, não é conveniente ficar obcecado em sua busca nem tampouco ele é imprescindível para se obter o máximo prazer. Ele pode ser considerado como um coadjuvante nesta história. O artista principal, sem dúvida alguma, é o clitóris.



Carla Cecarello Psicóloga e Sexóloga  -  Coordenadora do Projeto AmbSex •  www.projetoambsex.com.br

 

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