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Consumo diário de tomates reduz risco de depressão pela metade



Comer tomates apenas algumas vezes por semana pode reduzir pela metade as chances de sofrer depressão. É o que revela estudo realizado por pesquisadores da China e do Japão.

A pesquisa revela que pessoas que ingeriram tomates de 2 a 6 vezes por semana forma 46% menos propensas a sintomas depressivos em comparação com pessoas que comiam a fruta menos de uma vez por semana.

Segundo os pesquisadores, comer outros alimentos saudáveis, como couve, cenouras, cebolas e abóboras tem pouco ou nenhum efeito sobre o bem-estar psicológico.
Os tomates são ricos em substâncias químicas antioxidantes que são classificadas como capazes de proteger contra algumas doenças.

Eles são uma fonte particularmente boa de licopeno, antioxidante que lhes confere a cor vermelho escuro e têm sido associados com redução do risco de câncer de próstata e ataques cardíacos.

A pesquisa foi publicada no Journal of Affective Disorders.

A equipe, liderada por Kaijun Niu e seus colegas da Tianjin Medical University analisaram os registros de saúde mental e hábitos de dieta de cerca de 1 mil homens e mulheres com 70 anos ou mais.

Eles investigaram relatórios preliminares que mostraram que o licopeno também pode promover o bem-estar psicológico e a saúde física, reduzindo o estresse oxidativo, ou dano às células cerebrais saudáveis.

Os resultados mostraram que pessoas que comem tomates entre 2 e 6 vezes por semana são 46% menos prováveis de sofrer de depressão.
A pesquisa sugere ainda que comer tomate todo dia reduz o risco de sintomas depressivos em 52%.

Os pesquisadores disseram que ainda não podem afirmam se o licopeno dos tomates afeta diretamente a mente, ou se simplesmente protege contra a depressão causada quando as pessoas desenvolvem doenças potencialmente fatais como o câncer.

"Estes resultados sugerem que uma dieta rica em tomate pode ter um efeito benéfico na prevenção de sintomas depressivos. Por outro lado, não foi observada relação com o consumo de outros tipos de vegetais", concluem os autores.


 

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