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Cristo Não Morreu, Vive entre Nós

 

Era um lindo dia de domingo de Páscoa, as ruas com um movimento intenso e as pessoas deslocavam-se com seus automóveis em busca de seus familiares para um grande almoço fraterno.

Eu particularmente, resolver ir ao CEP praticar esporte, todavia, com meu pensamento focado no culto da noite na Igreja Presbiteriana da Penha onde haveria uma apresentação teatral, uma cantata do coral jovem da Igreja, sobre a Paixão de Cristo.

Logo depois do meu almoço, não via a hora de me preparar e ir para a Penha assistir essa peça em forma de teatro. Cheguei bem cedo porque queria estar em um lugar adequado para a apresentação. Como ainda tinha poucos irmãos foi fácil escolher um local apropriado, e não me assustei quando não vi no palco as cadeiras normalmente colocada atrás do púlpito, todavia, tinha uma cruz solitária, esperando que alguém lhe desse vida. Em muitas Igrejas, geralmente essa cruz é identificada com uma imagem, e não estou aqui criticando a fé de outros irmãos, mas em nossa Igreja, o Cristo não morreu. Ele vive para sempre. Como ele foi crucificado e no terceiro dia ressuscitou, a cruz é simplesmente um símbolo de fé, de que ele vive e viverá para sempre em nosso meio.

Eu estava eufórico com a apresentação. As cortinas se abriram com palavras de louvor e meditação e o coral soltou a sua voz. A maestrina se entregava com um doce amor, sussurrando para o coral enquanto suas mãos mexiam e os coralistas vibravam com a apresentação. Eu queria estar ali vibrando também com minha voz ao louvar nosso Deus. As vestes do coral eram lindas, suave como o perfume de uma rosa. Todos os coralistas tinham o amor estampado em suas faces, os mesmos sorrisos e até os cabelos das meninas com o mesmo penteado, com mesmo estilo, todos caindo sobre os ombros e uma postura esplêndida enquanto cantavam para um único Deus, nossos Deus.

 


imagem: Tempestade Calmada -Ludolf Backhuysen


De repente entram quatro lindos jovens pregando a palavras de Deus com tanta personalidade que pareciam atores profissionais, sem tremerem, digno de louvores da plateia. A cada apresentação eu via uma coreografa loira correr com um vestido preto, comandando tudo sem querer aparecer. A Sra. Michelli me lembrou o livro “O Mundo de Sophia”, quando o coelho levava mensagem de carinho. Assim era nossa coreografa, levava mensagem e algumas responsabilidades para que fossem compridas pelos seus atores. Poucos irmãos não reparavam nesse detalhe enquanto muitos irmãos ainda brincavam com seus “bichinhos de estimação” (celulares). Particularmente me desligo dessa tecnologia, minha mente se liga e vibro com a apresentação. Cada palavra foi muito bem lembrada. Ao término estava como criança, super feliz.

Fico pensando quantas horas de ensaio foram necessárias para essa apresentação de alto nível. Um treinamento sério e muita responsabilidade.

Quando o pastor Jean chamou os apóstolos para encenação no palco e juntos partiram o pão e o vinho usando as palavras do nosso Cristo, ele comeu com tanta fé que até fiquei com fome. Depois dessa comunhão de fé, todas os coralistas entregaram o pão e o vinho, embalados com muito amor para todos os irmão da nossa Igreja. Seus semblantes pareciam de anjos, com a doçura de meninas vindas do reino do Senhor. Então pude ver um broche brilhante em suas vestes, acredito ser o símbolo da nossa Igreja, não sei o que dizia, mas era um símbolo da nossa Igreja.

Meus parabéns as crianças que louvaram a Deus e os presbitério que compartilham a distribuição aos irmãos na galeria ofertando o pão e o vinho em nome do Senhor. Agradeço a Deus que em sua sabedoria deram aos pastores Amauri e Jean emoções em suas palavras e muita fé.
Agradeço de coração a toda a equipe, a todos os nossos irmãos que souberam compartilhar esse carinho aos coralistas e a coreografa (coelha). A todo serviço pastoral, técnicos e músicos que a todo momento colocavam letras e hinos dando atenção para que todos lessem a palavra de Deus. Ainda sou muito jovem na Igreja Presbiteriana da Penha, mas meu encanto com todos os irmãos, a educação, a gentileza parece que estou em outro país, onde reina a fé e a esperança. Muito obrigado Pastores Amauri e Jean pelo carinho com minha pessoa.

Resolvi escrever essa crônica ao saber que nossa Igreja tem atuado em vários países do nosso planeta, onde recebe estrangeiros, dando educação e testemunho da palavra de Deus. Então quando nossos irmãos colaboram com nossa Igreja, todos estamos beneficiando e levando ao mundo que nosso Cristo está vivo e viverá para sempre nos nossos corações, com muito carinho para a Igreja Presbiteriana da Penha.

 

Por Gildásio Paixão • Empresário Penhense, proprietário da Ultrasom Car Desing - Revisão do texto: Prof e diretor aposentado Darbi José


 

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