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Ser mãe é padecer no paraíso. Será?

 

Provavelmente todas (os) nós já ouvimos esse ditado algumas vezes no decorrer da vida, mas afinal o que significa isso? Para começar vamos recorrer ao dicionário, primeiro veremos a definição de padecer: “ser atormentado, martirizado, sofrer, suportar. Ser vitima de violências físicas, sentir dores físicas ou morais”. Agora vamos à definição de paraíso: “Lugar de delicias, lugar onde a gente se sente bem, em paz e sossego”. 

Como duas palavras tão ambíguas podem compor um mesmo ditado. Não é contraditório pensar que pode haver algum tipo de sofrimento no paraíso? Esse ditado popular trás a ambiguidade própria da maternidade. Sim, existem coisas ruins nesse negócio de ser mãe!

Muito se fala sobre o paraíso, somos diariamente invadidos por mensagens informando como é divino, encantador, sublime, mágico, maravilhoso tornar-se mãe. Mas quase nunca existe um espaço para pensarmos na parte do padecimento. No quanto a tarefa de gerar e criar um ser humano é árdua, cansativa, desgastante e etc. 

Ser mãe é uma tarefa, e como todas as tarefas existem muitas coisas boas e muitas coisas chatas acontecendo simultaneamente. Primeiro vem à gestação. É maravilhoso ver a barriguinha crescer e sentir dentro de si os sinais de vida do nosso pequeno filhote. Mas não é nada bom sentir enjoo, sono, engordar sabe-se lá quantos quilos, não ter posição para dormir, dores nas costas e por ai vai... Se pensarmos com calma relacionaremos aqui muitos desconfortos típicos dessa fase.

Depois nasce o bebezinho, ele é a coisa mais linda do mundo! Capaz de despertar em qualquer mulher muitos sentimentos amáveis como ternura, afeição, vontade de cuidar, pegar no colo, proteger, alimentar e outras coisas mais. Porém ninguém fala do medo ao chegar da maternidade com esse serzinho tão desprotegido e dependente. Sim, é muito comum as jovens mães terem muitos medos. Medo de não saber cuidar, de ficar eternamente gorda, de não conseguir amamentar, de deixar o bebe cair na hora do banho e etc. 

Depois o bebe começa a crescer, mas o trabalho não diminui. É um tal de trocar fraldas, fazer mamadeiras, sopinhas, amassar frutinhas, dar banho, escovar os dentes, fazer dormir ....ufa uma trabalheira de deixar qualquer uma maluca, cansada, sem paciência e querendo que essa fase passe logo. A fase passa, mas o trabalho não acaba. 

Você pode estar pensando que estou tentando desencorajá-la a ter um bebe, mas acredite, não é isso. Muito pelo contrário, estou tentando ajudá-la a aceitar o fato de ter sentimento que não são tão “nobres” quanto você imaginou sentir pelo seu filhote. Provavelmente você fica ou ficará muito feliz exercendo o papel de mãe, mas também sentirá muito cansaço, preocupação, desgaste, irritação e até raiva por esse pequeno ser tão desagradável em alguns aspectos. Acredite as crianças são lindas e deliciosas, mas ao mesmo tempo aterrorizantes. E se você não sentir culpa por todos os sentimentos “ruins” que essa tarefa acarreta aproveitará muito melhor os bons momentos com seu filhotinho lindo! 

Provavelmente todas (os) nós já ouvimos esse ditado algumas vezes no decorrer da vida, mas afinal o que significa isso? Para começar vamos recorrer ao dicionário, primeiro veremos a definição de padecer: “ser atormentado, martirizado, sofrer, suportar. Ser vitima de violências físicas, sentir dores físicas ou morais”. Agora vamos à definição de paraíso: “Lugar de delicias, lugar onde a gente se sente bem, em paz e sossego”. 

Como duas palavras tão ambíguas podem compor um mesmo ditado. Não é contraditório pensar que pode haver algum tipo de sofrimento no paraíso? Esse ditado popular trás a ambiguidade própria da maternidade. Sim, existem coisas ruins nesse negócio de ser mãe!

Muito se fala sobre o paraíso, somos diariamente invadidos por mensagens informando como é divino, encantador, sublime, mágico, maravilhoso tornar-se mãe. Mas quase nunca existe um espaço para pensarmos na parte do padecimento. No quanto a tarefa de gerar e criar um ser humano é árdua, cansativa, desgastante e etc. 

Ser mãe é uma tarefa, e como todas as tarefas existem muitas coisas boas e muitas coisas chatas acontecendo simultaneamente. Primeiro vem à gestação. É maravilhoso ver a barriguinha crescer e sentir dentro de si os sinais de vida do nosso pequeno filhote. Mas não é nada bom sentir enjoo, sono, engordar sabe-se lá quantos quilos, não ter posição para dormir, dores nas costas e por ai vai... Se pensarmos com calma relacionaremos aqui muitos desconfortos típicos dessa fase.

Depois nasce o bebezinho, ele é a coisa mais linda do mundo! Capaz de despertar em qualquer mulher muitos sentimentos amáveis como ternura, afeição, vontade de cuidar, pegar no colo, proteger, alimentar e outras coisas mais. Porém ninguém fala do medo ao chegar da maternidade com esse serzinho tão desprotegido e dependente. Sim, é muito comum as jovens mães terem muitos medos. Medo de não saber cuidar, de ficar eternamente gorda, de não conseguir amamentar, de deixar o bebe cair na hora do banho e etc. 

Depois o bebe começa a crescer, mas o trabalho não diminui. É um tal de trocar fraldas, fazer mamadeiras, sopinhas, amassar frutinhas, dar banho, escovar os dentes, fazer dormir ....ufa uma trabalheira de deixar qualquer uma maluca, cansada, sem paciência e querendo que essa fase passe logo. A fase passa, mas o trabalho não acaba. 

Você pode estar pensando que estou tentando desencorajá-la a ter um bebe, mas acredite, não é isso. Muito pelo contrário, estou tentando ajudá-la a aceitar o fato de ter sentimento que não são tão “nobres” quanto você imaginou sentir pelo seu filhote. Provavelmente você fica ou ficará muito feliz exercendo o papel de mãe, mas também sentirá muito cansaço, preocupação, desgaste, irritação e até raiva por esse pequeno ser tão desagradável em alguns aspectos. Acredite as crianças são lindas e deliciosas, mas ao mesmo tempo aterrorizantes. E se você não sentir culpa por todos os sentimentos “ruins” que essa tarefa acarreta aproveitará muito melhor os bons momentos com seu filhotinho lindo! 

 


 

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