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A cidade nos pertence: vamos zelar pelos espaços

 

Precisamos nos conscientizar de que a cidade nos pertence. Desta forma, temos a especial missão de cuidar do que é nosso e trabalhar na melhoria e proteção do espaço público. Isso inclui muito além da nossa calçada. Também é importante dentro das ações do dia a dia denunciar o que está errado.

Temos visto vários lugares com lixo, ruas com entulho, compartimentos com água parada e tantos outros objetivos que servem como criadouros para o mosquito Aedes aegypti, um problema que tem se agravado com o passar dos meses. Crianças e adultos estão ficando doentes, com dengue e zika. A luta neste combate deve ser de todos.

Lado a lado, Poder Público e cidadão devem se unir para enfrentar essa questão de saúde pública, que se agrava com o passar dos meses. Além disso, os ambientes que seguem destruídos aumentam a sensação de insegurança e facilitam a ação criminosa como furtos e roubos. Raramente um assaltante irá escolher ruas iluminadas e bem tratadas para agir. Daí a grande importância de zelar pelos nossos espaços.

É fundamental exercermos a cidadania em nosso bairro, em nossa cidade e zelarmos pelas ruas e avenidas. Sabemos que o Poder Público tem papel preponderante na manutenção da cidade, mas também temos obrigação, como cidadãos, de ajudarmos e cobrarmos, por que não? 

 


Reclamar com amigos e vizinhos não é a melhor saída. Por isso, o sentimento de pertencimento deve ser ressaltado. Devemos reverter esses depósitos de entulhos em locais inadequados e despejos de lixo nas vias, lixeiras quebradas e ruas com iluminação deficitária. Até geladeiras e sofás continuam fazendo parte do cenário da cidade. Isso é um ‘crime’ para o ambiente!

O nosso trabalho de fiscalização continua dentro de casa, ao verificarmos cada vaso de planta, caixa d’água, piscina e recipientes que possam ser um meio de reprodução do mosquito. 

Muitos também têm reclamado do barulho nas ruas causado por frequentadores dos bares e festas abertas. E não só isso. Temos a questão dos ‘Pancadões’ – reuniões que chegam a fechar as vias, prejudicando o ir e vir das pessoas. Existiram casos em que uma família teve um parente com problemas e saúde e sua garagem ficou obstruída pelo públicos desses bailes.

Sou autor da Lei dos Pancadões e estou batalhando para que ela seja regulamentada no Estado o quanto antes. Assim será possível ajudar a população a ter a tranquilidade de volta.

A união das pessoas faz a diferença. Convoque familiares e amigos para acabar com esse grave risco à população e ajudar na segurança pública. Exerça sua cidadania, faça sua cidade melhor.

 

 

Por Coronel Alvaro Camilo • Comandou a PM de 2009 a 2012 • É Deputado Estadual

 


 

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