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AS HIENAS ESTÃO SOLTAS... 
Eu sou, O grito que você não ouviu, Quando precisei de socorro; Ainda sou, A fome que habita minha gente, Nas encostas, em barracos... Dependurados nos grotões de cada morro; Eu sou, O pai daquela criança, Que você beijou, cada um dos nossos, Sorrindo, prometendo tudo que não fez, Se evadiu, desapareceu depois de pegar os votos, É assim que os canalhas, procedem, Somem e reaparecem, Sem o mínimo de compaixão ou remorso; Quando outra eleição chegar, Você aparece. Ai, penso que com a caneta... Um dia... te destruir, talvez... Eu posso; Você é uma hiena, que come a carne, E oferece os ossos. As hienas estão soltas... Vamos cuidar dos nossos... 

Miguel Rubio “Miguelzinho da Vila’’ Imortal da Academia de Letras do Brasil. Membro dos Poetas Del Mundo. www.poetapoemapoesia.com.br 07/ 05/ 2014

 


 

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