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Para sempre namorados
Bruna Lombardi e Riccelli vivem uma eterna paixão!



Bruna Lombardi e Carlos Alberto Riccelli formam há mais de 30 anos um exemplo de casal apaixonado e bem sucedido.

Ambos com uma carreira multifacetada, ela sendo sucesso como modelo, atriz, escritora, roteirista e produtora e dona de uma invejável beleza, enquanto ele, como ator, sempre sendo galã, produtor e diretor, o casal se uniu enquanto protagonizavam a novela Aritana. E de lá para cá tem sido um modelo de união, amor e respeito.

Aproveitando o mês dos namorados, fizemos um bate -papo com ela, para falar um pouco dessa relação tão especial que eles têm. Confira o que disse Bruna Lombardi a nossa redação:

CityPenha: Vocês estão juntos há 34, 35 anos. Qual a receita para se ter uma relação bacana durante tanto tempo?
Bruna: Eu acho que se existisse receita seria muito fácil. Existem alguns elementos que fazem uma relação superar os problemas que todas as relações têm, que é duas pessoas se conhecerem, aprenderem a compreender uma a outra. É uma questão também de energia de duas pessoas. Você tem que virar uma amálgama, virar quase que uma pessoa só, embora mantendo – e isso é muito importante – a individualidade. Uma boa relação é aquela que mantém a individualidade.

A gente se conheceu fazendo Aritana, em 1979, e foi nesse lugar mágico, que é o Xingu. Então, a relação já começa assim, como Adão e Eva no paraíso, porque era no meio da selva brasileira, numa região intocada, com índios, com borboletas, com águas, com uma natureza generosa, maravilhosa. Nós estávamos realmente num ambiente muito inspirador, muito mágico.

Eu acho que o que segura muito uma relação é o diálogo, a tentativa sempre de compreender muito ao outro, um bom humor e essa sensação que você quer o bem do outro, que você quer tudo de melhor para a pessoa; o tempo inteiro ter essa sensação. Mesmo que o Ri não estivesse comigo eu ia querer o melhor para ele.

CityPenha: A gente percebe que, além da questão do respeito e admiração, vocês são realmente apaixonados. E isso é uma coisa fundamental.
Bruna: O Ri tem uma frase que eu adoro, que ele fala assim: “casamento só é bom quando é cada vez melhor”. E eu acho uma frase ótima, porque se a gente não estivesse apaixonado não estaríamos juntos. Porque esse é o estímulo, esse é o desejo. E tem que ser estimulado, reinventado. A gente tem que estar sempre mudando; as pessoas mudam. É legal, que a paixão parecia provisória e acabou ficando uma coisa permanente

CityPenha: Nunca foi divulgado que vocês tiveram alguma grande crise conjugal. Vocês nunca tiveram uma crise ou administraram bem as que já existiram?
Bruna: É engraçado você perguntar se a gente teve uma crise. Nós nunca tivemos crise, sabe. Tivemos brigas, até hoje tem brigas, claro. Ainda mais que a gente trabalha junto. Então, temos altas brigas, pensamos diferente, mas depois nos entendemos. Nunca carregamos uma briga para a cama. A briga não pode durar tanto, tem que ser resolvida. E a gente nunca teve uma crise conjugal, assim, de se separar; nós nunca nos separamos. Só nos separamos por causa do trabalho mesmo, porque um está num país e outro está em outro; um está fazendo um trabalho e outro está fazendo outro. Mas, em compensação, já tomamos um avião para nos encontrar.

CityPenha: O fato de trabalharem juntos ajuda na relação, no fato de ela ser mais próxima, ou atrapalha?
Bruna: Para nós é fundamental, porque o nosso trabalho ocupa tanto tempo da nossa vida, a gente se dedica tanto ao que faz. Terminamos um filme que foi filmado inteiramente na Espanha – quer dizer, uma parte em São Paulo e outra no Caminho de Santiago de Compostela –, que é uma comédia divertidíssima e tudo. Imagine se um fosse por um caminho e o outro não. Entendeu? Ia ser difícil você passar essa experiência para o seu companheiro, para a pessoa com quem você vive.

Agora, fizemos um filme inteiramente rodado em São Paulo, esse novo, que ainda não está finalizado, que vai ficar pronto ainda esse ano, que se chama Amor em Sampa. Amor em Sampa é um filme que conta várias histórias de amor que se entrelaçam na cidade de São Paulo. O filme ocupa o tempo inteiro da gente. Ficamos meses filmando. Você imagina se um não estivesse participando com o que o outro está fazendo. Ia ser muito difícil. Além de fazer, você ainda teria que contar o que você faz. É muito complicado. 

CityPenha: Vocês dois são figuras públicas, estão no meio artístico e são bonitos. Como vocês lidam com essa questão do ciúmes?
Bruna: Eu acho que você sente ciúmes se a pessoa dá motivos para isso. A gente sente ciúmes quando a pessoa que está com você não te dá segurança. Nem eu e nem o Ri temos ciúmes. Eu acho o ciúmes um sentimento muito inútil. Não adianta nada. Porque se o cara não estiver a fim de ser honesto ele não vai ser. Ciúmes é uma bobagem. 

CityPenha: O que vocês mais admiram um no outro?
Bruna: É interessante, porque eu acho que a gente foi crescendo a alma juntos. Nós fomos crescendo juntos nessa nossa trajetória, nessa nossa jornada. Eu acho que o Ri é um grande ser humano. Isso é o que mais admiro nele. E, depois, eu acho que é mútuo tudo isso. Nós temos esse sentimento de que nos tornamos essas pessoas... Claro que fomos buscar essa melhoria como ser humano. E entre nós existe uma cumplicidade muito permanente. Eu e o Ri somos muito, muito cúmplice um do outro, sempre fomos.
 
CityPenha: O que você pode nos falar sobre os seus novos projeto?
Bruna: Tem duas coisas legais. Eu gostaria de falar do novo filme, que é o Amor em Sampa, que são essas histórias de amor na cidade de São Paulo e que tem como projeto também ter um contraponto das coisas duras e difíceis que acontecem na cidade. Estamos indo para o lado do bem, para o lado do humor, para o lado do amor. O filme é um musical, todo mundo canta no filme, são canções divertidas; o filme tem um lado romântico, tem um lado de humor; tem um pouco de tudo. Ele é uma mistura, como São Paulo. E é um filme que vai agradar muito, as pessoas vão ficar muito apaixonadas pelo filme. E, ao mesmo tempo, a proposta do filme é fazer bem para quem assiste. As pessoas vão se sentir bem assistindo o filme.

Eu também queria falar do Facebook, que é o facebook.com/brunalombardioficial. A minha página tem uma proposta de ajudar as pessoas, de fazer bem; todo dia tem recados muito amorosos para todos os fãs.

CityPenha: Você pode deixar uma mensagem sobre o amor para os nossos leitores?
Bruna: Eu acho que o amor é a coisa mais importante, é tudo, porque você pode ter tudo que você quiser ter, tudo que você sonha. Mas, se você não tem amor, você dança. O amor é tudo. O amor é o que nos conecta a todos. Vejo que o amor é o que move o mundo, sabe, de verdade. E não os outros sentimentos. O amor é a verdadeira harmonia.


 

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