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Manchas e Sardas

Você sabia que essas manchas, pintas e sardas que aparecem “do nada”, são o resultado de TODO o sol que você tomou na vida? A geração pré-protetor solar, que se tostava ao sol besuntada com as misturas as mais inusitadas para ficar bem neguinha, está sentindo agora os efeitos daqueles verões.



Começando pelas manchas
São três os tipos mais comuns de manchas provocados pelo sol: melasma, melanose e pintas brancas:

Melasma é o nome oficial daquelas manchas escuras que aparecem no rosto e são causadas por gravidez, uso de anticoncepcionais, perfume, e agravadas pela exposição ao sol. A profundidade em que se localiza o pigmento na pele determina o tipo de melasma: epidérmico (mais superficial e fácil de tratar), dérmico (mais profundo e mais difícil de cuidar). É o médico dermatologista que vai determinar o melhor tratamento.
Atenção grávidas: para evitar as manchas, não tome sol. Simples assim

Manchas superficiais ou epidérmicas

São as mais simples de cuidar. Máscaras com ativos clareadores, esfoliantes ou ácidos, formulado pelo médico dermatologista, promovem uma vasodilatação que ajuda no clareamento desse tipo de mancha, principalmente as do rosto.

Manchas profundas ou dérmicas

Pedem tratamentos mais complexos, que se valem de diversos tipos de  laseres e outras tecnologias. (Dra: existe alguma novidades a ser mencionada?)

Melanose são as sardas que costumam aparecer nas crianças muito clarinhas ou depois dos 30 anos, como consequência do excesso de sol. Cremes ou peeling não resolvem o problema, sua remoção deve ser feita com laser de luz pulsada, e são necessárias várias seções.

Pintas brancas

Elas costumam aparecem entre os 30 e 40 anos, e estão lá para lembrar os verões da sua vida. Os tratamentos são um misto de laser de baixa potencia e uma técnica de curetagem desenvolvida pelo dermatologista americano Dr. Norman Orentreich. Mas cuidado: elas podem ser confundidas com fungos, e nesse caso o tratamento é outro.

Molinha? Nem pensar!

Se você aproveitou as ferias e o carnaval, para também tirar férias dos exercícios físicos, e está sentindo que o interior das suas coxas e os seus braços estão meio “molinhos”, dois conselhos: volte a malhar, seja na academia, no pilates, na corrida ou nas aulas de dança; e saiba que essa flacidez que pode sumir. 

Essa gordurinha malvada é atribuída à falta de tonicidade da pele, a falta de exercícios físicos e a passagem do tempo. Para combater a danada existem alguns procedimentos que podem ser feitos em consultório médico que vão desde o lifting, a aplicação de silicone, lipoaspiração e outras técnicas que pedem anestesia local com sedação, apresentam desvantagens e custam caríssimo.

Uma solução foi apresentada em um dos meetings de dermatologia que acontecem anualmente em Miami: trata-se da associação do ácido poliláctico bem diluído com alternado com o uso da radio frequência e do infravermelho emitidos por um aparelho bipolar que, além de aquecer profundamente o tecido estimulando a produção de colageno, provoca, por meio de sucção, a drenagem de líquidos e destrói as fibras de gordura localizada. A vantagem? Não é invasivo e o custo é bem mais atraente.


Kitty Salles
Assessoria de Imprensa
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